terça-feira, 8 de maio de 2012

Parte da entrevista com o reitor Sueo Numazawa da UFRA Junto ao Diário do Pará.

Ufra celebra 11 anos com autonomia e planos

Onze anos de muitas conquistas, consolidação e expansão. Foi assim que, no último dia 17 de abril, a Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra) celebrou seu aniversário. Entre as comemorações pela data estão a instalação de novos campi no interior do Estado, o aumento no número de vagas ofertadas e a instituição de cursos que ultrapassam as barreiras agrárias e tentam suprir a demanda regional. Para o reitor Sueo Numazawa, engenheiro florestal, o cenário atual é apenas um indício de que o ensino superior público no Norte ainda irá se desenvolver mais e que o mercado, enfim, poderá contar com profissionais cada vez mais qualificados e inovadores.

...P: E os novos campi?

R: Os novos campi de Capanema e Tomé-Açu são projetos muito sólidos, aprovados pela presidente Dilma em agosto do ano passado, junto com outros 45 campi em todo o Brasil. Os dois foram criados através de projeto que já diz quanto vai ter de infraestrutura, quanto teremos de recurso para custeio, quantos professores, em função do número de alunos. É a grande diferença em relação ao Reuni, que foi feito com base no orçamento da instituição e nos prejudicava porque tínhamos orçamento muito pequeno. Agora não, o dinheiro vem do MEC e é colocado na universidade.

P: A expectativa é de que eles comecem a funcionar quando?

R: O campus de Capanema já está em andamento, com recurso para construção de quatro ou cinco blocos e o vestibular já sai este ano para quatro cursos. E até em 2014 nossa intenção é atingir pelo menos cinco graduação. Já Tome-Açu farei em breve a pactuação. Propusemos oito cursos e aguardamos a aprovação. A princípio esperamos também cinco cursos até 2014, se não, até 2016. Ou seja, nossa previsão é de vestibular em 2013, para começar o curso em 2014.

Fonte: http://www.diariodopara.com.br