quinta-feira, 22 de setembro de 2011

RAZÕES E CONDIÇÕES PARA A EMANCIPAÇÃO


RAZÕES E CONDIÇÕES PARA A EMANCIPAÇÃO DO TRIÂNGULO
24-07-2003 - Guido Bilharinho, advogado e historiador

Há mais de cento e cinqüenta anos (desde que, segundo consta, o fazendeiro araxaense Fortunato Botelho, em 1837, teve a idéia), os habitantes do Triângulo pretendem, almejam e lutam por sua emancipação.

Sem forte e consistente motivo, nenhuma população pugna por sua autonomia e independência.

No Brasil, nenhuma região o possui mais forte e persistente que o Triângulo, embora essas fortes razões não tenham sido suficientes, até hoje, para transformar esse ideal em realidade.

O motivo fundamental da pretensão emancipacionista e autonomista reside no fato de que o Triângulo, por circunstâncias geográficas e históricas, constitui, desde o início, região singularizada. Situado entre dois rios consideráveis, espalhado por uma área uniforme e homogênea e localizado, pela situação geográfica, no centro de inúmeras passagens e confluências, o Triângulo não fez parte orgânica de nenhuma dos Estados que vieram a se formar em suas fronteiras. Pelo contrário. Justamente em decorrência desses atributos, viveu, até hoje, sucessivamente anexado a todos eles, sem com os mesmos possuir qualquer identidade que não seja conseqüente da configuração da própria nacionalidade brasileira.

Assim, ora esteve formalmente ligado a São Paulo (até 1748), ora a Goiás (até 1816), ora a Minas Gerais (até...), fato que, por si só, independentemente de quaisquer outras considerações, comprova sua inata, permanente e imperdível singularidade.

O Triângulo não é, pois, mineiro, nem goiano, nem paulista, Se administrativamente, nos primeiros séculos de nossa História, poderia justificar-se sua inclusão em outras províncias, isso (há muito tempo) não tem mais razão de ser, constituindo-se (também há muito tempo) em fator de entrave a seu progresso e desenvolvimento, que, mesmo já consideráveis no contexto nacional, muitíssimo maior seriam se a região detivesse em suas próprias mãos as diretivas administrativas e fiscais que governam a sociedade organizada.

As razões dessa inclusão do Triângulo nas províncias limítrofes foram as mesmas que determinaram pertencer à então Capitania de São Paulo não só o Triângulo, mas, também, Paraná, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais e outros futuros Estados. De Alagoas e Ceará pertencerem a Pernambuco; do Amazonas fazer parte do Pará; de Sergipe estar anexado à Bahia. E assim por diante.

Contudo, a seu modo e a seu tempo, cada um deles (e outros mais) foram adquirindo autonomia administrativa, num processo de redivisão territorial do país iniciado justamente por Minas Gerais, em 1720. E continuado, séculos a fora, lenta (como enervantemente quase tudo no Brasil), mas, inexoravelmente até os dias de hoje, como Mato Grosso do Sul e Tocantins.

E que prosseguirá em outras regiões, entre elas, o Triângulo, esta com maiores e superiores razões do que quaisquer outras.

E se, até o momento, a região ainda não constitui Estado, isso se deve à falta de permanente e organizado engajamento nesse sentido.

Há necessidade, pois, de maior conjugação de esforços, de consistente manifestação de vontade, de firmes coerência e determinação políticas e de efetiva participação e apoio à luta emancipacionista. Não deve permanecer cada um em seu canto somente almejando a criação do Estado ou apenas sendo de palavras e intenções (e não também de atos) favoráveis à autonomia regional. E, principalmente, há necessidade de se estruturar o movimento emancipacionista de maneira permanente (e inteligente) e livre do fluido e instável jogo das injunções pessoais, partidárias e eleitorais.

A campanha emancipacionista não é e nem deve ser pois, questão de oportunidade, e nem pode estar subordinada e surtos ou espasmos independentistas episódicos e efêmeros. Mas, deve, antes e acima de tudo, arrostando todas as dificuldades e oposições, como sói acontecer com movimentos dessa natureza, caracterizar-se pela determinação, espírito de luta, disposição de vontade, coerência de princípios e atitudes, persistência inquebrantável e, ainda, pautar-se pela organização e planejamento.

A CRIAÇÃO DA CAPITANIA DE MINAS GERAIS E A EMANCIPAÇÃO DO TRIÂNGULO: QUESTÃO DE COERÊNCIA

A emancipação de Minas Gerais da então Capitania de São Paulo ocorre, como se sabe, em 1720.

Nesse ano, o que é hoje Minas Gerais é desmembrado de São Paulo, mas, sem o Triângulo, já que este, à época, continua pertencendo a São Paulo. A separação mineira faz-se no decorrer de um processo nada pacífico, visto que procedido de inúmeras lutas armadas, que, todavia, não visam tal objetivo.

Primeiro, por iniciativa dos paulistas, já estabelecidos na região, contra a concorrência das levas de novos adventícios atraídos pela procura e cata do ouro e contra os agentes da Coroa portuguesa, que lhes cobram pesados tributos. Lutas que ficam conhecidas como Guerra dos Emboabas, tendo o termo, na época e lugar, entre outros significados, o de “estrangeiro”, “forasteiro”.

Em decorrência dessa guerra, que se trava de 1708 a 1710, e para impor a ordem na atribulada região, é criada, em 1709, pela Coroa, a Capitania de São Paulo e Minas de Ouro, com sede na, ainda, vila (e cidade desde 1711) de São Paulo, com a transferência para a Coroa da Capitania de São Vicente, inicialmente doada a Martim Afonso de Sousa e que então abrange toda a área das descobertas auríferas.

Depois, é a vez dos próprios portugueses se rebelarem, objetivando livrarem-se das imposições metropolitanas, culminando a principal revolta, em Vila Rica, em 1720, onde se destaca Filipe dos Santos, executado em julho desse ano. Para melhor controle do território cria-se, nesse mesmo ano, a Capitania de Minas Gerais, destacada, então, da Capitania de São Paulo.

Conquanto para atendimento dos interesses imperiais de Portugal, nada mais justo que a emancipação do território mineiro de então, que, diga-se mais uma vez, e en passant, não inclui o Triângulo. E justo por uma série de razões, que, aqui e agora, não vem ao caso enumerar ou lembrar.

Se já naquela época, e mesmo pelos motivos apontados, que, como se vê, nada têm de endógenos e locais, é mais que justa essa emancipação, muito mais justa e necessária constitui hoje (e de há muito) a emancipação do Triângulo de seu vizinho Estado de Minas Gerais, com quem nunca, em tempo algum, teve identificação, seja histórica, geográfica, cultural, econômica e comercial. Bastando lembrar o fato fundamental (e que elide totalmente qualquer pretensão de Minas Gerais sobre essa área), que o Triângulo, até 1748, faz parte de São Paulo, e de 1748 a 1816, de Goiás. Só, então, é anexado a Minas. Seu desbravamento é feito pelas bandeiras paulistas, que, desde a chefiada pelo Capitão Sebastião Marinho, em 1590, o percorrem por mais de um século. A primeira picada na mata virgem, a primeira estrada carroçável, a primeira linha férrea e as primeiras linhas telegráficas e aéreas vêm de São Paulo. A quase totalidade do comércio também. Até os dias de hoje.

Se tudo isso não bastasse, só o inconformismo dos triangulinos com essa situação anômala é razão mais que suficiente para desanexar a região de Minas, ao qual é artificial e impositivamente anexada no início do século XIX, em 1816, por força de simples Alvará de D. João VI. Ou seja, em 502 anos decorridos desde o aporte português ao continente, o Triângulo somente esteve fiscal e administrativamente subordinado a Minas 186 anos.

Do que se expôs, conclui-se: quem é contra a emancipação do Triângulo automaticamente é (e deve ser retrospectivamente) contra a emancipação de Minas. Sob pena de incoerência e outras penas, também nada elogiáveis.

Os triangulinos pleiteiam, pois e muito justamente, sua emancipação legal e administrativa de Minas, porque em tudo o mais o Triângulo já o é, desde muito antes do citado Alvará de D. João VI, que o desanexa de Goiás e o anexa a Minas, assim como se troca de camisa. Pretende-se, portanto, não só para maior progresso e desenvolvimento da região e do país, que o Triângulo, que pertenceu sucessivamente a seus três vizinhos (São Paulo, Goiás e Minas Gerais), não fazendo, portanto, parte orgânica, natural, geográfica e histórica de nenhum deles, tenha autonomia. Seja ele próprio, enfim e finalmente. Como, aliás, seu vizinho Estado de Minas o é, merecidamente, desde 1720.


RAZÕES E VANTAGENS DA EMANCIPAÇÃO DO TRIÂNGULO

Nenhuma região pretende e luta por sua autonomia e independência sem fortes razões, visto que tais sentimentos e atitude não surgem ou existem no vácuo.

O Triângulo há mais de cento e cinqüenta anos deseja e pleiteia sua autonomia. Por vários motivos. Desde os de ordem histórica, geográfica e econômica até os de natureza social e cultural.

A região nem sempre foi formal ou legalmente mineira. Até 1748 fez parte de São Paulo. De 1748 a 1816, de Goiás. Só, então, passou a pertencer a Minas. Seu desbravamento foi feito pelas bandeiras paulistas - desde a chefiada pelo Capitão Sebastião Marinho, em 1590 - que por mais de um século percorreram a região. A primeira picada na mata virgem, a primeira estrada carroçável, a primeira linha férrea e as primeiras linhas telegráficas e aéreas vieram de São Paulo. A quase totalidade do comércio também, até os dias de hoje.

O Triângulo se distingue, ainda, de Minas pela sua topografia, relações sociais, costumes e produção cultural. Nada, a não ser os laços administrativos subordinantes, impostos pelo Alvará de D. João VI, em 1816, o liga a Minas.

Por quê, então continuar o Triângulo jungido e subordinado ao Estado vizinho?

As vantagens da emancipação são inúmeras, a começar pela própria autonomia, que implica na administração da região pelos próprios triangulinos e não mais pelos mineiros localizados na distante Belo Horizonte.

Depois, as de ordem econômica, com aplicação no Triângulo, e só nele, dos impostos aqui arrecadados. Além dos impostos normais, também os gerados pela exploração de recursos minerais, abundantes na área, e pela utilização por parte das companhias de eletricidade sediadas em Minas, São Paulo e Goiás das inúmeras usinas hidrelétricas aqui existentes. O Triângulo detém a maior concentração mundial de centrais hidrelétricas, em número de aproximadamente dezessete, seja em funcionamento, seja em construção ou apenas projetadas.

A eficiência administrativa será outra vantagem, tanto por se dar em território de menores dimensões, como pela inexistência de desníveis regionais. Aliás, a tendência, imposta pela necessidade, modernidade e maior complexidade das coisas, é de descentralização administrativa, pelo que a redivisão territorial do Brasil já vem se processando há bastante tempo, embora com grande lentidão (como tudo que é bom e útil à maioria), e que se deve processar, a partir de agora, mais aceleradamente, em decorrência do próprio dinamismo dos dias atuais.

A referida redivisão começou justamente por Minas, separada de São Paulo, em 1720. E continuou através dos tempos, com a separação de Goiás de São Paulo, em 1748; do Amazonas do Pará, em 1850; do Paraná de São Paulo, em 1853; de Alagoas e Ceará de Pernambuco; Sergipe da Bahia; Santa Catarina e Rio Grande do Sul de São Paulo; e, bem recentemente, Mato Grosso do Sul de Mato Grosso e Tocantins de Goiás.

Constitui falácia e mero pretexto protelatório opor-se à separação do Triângulo, sob a alegação de que a redivisão do país deve ser geral e efetuada de uma só vez. A impraticabilidade, o tumulto e a confusão disso resultante são óbvios. Vários estados, conforme acima relacionados, já adquiriram sua autonomia. Há de chegar a vez do Triângulo. Aliás, sua vez já era para ter acontecido há muito tempo, eis que de longa data reúne as condições necessárias à emancipação, inclusive, em população e área. No primeiro caso, o número de seus habitantes é superior ao de 8 (oito) Estados brasileiros. Em extensão, é maior do que 9 (nove) Estados, entre eles, Pernambuco, Espírito Santo, Rio de Janeiro e Santa Catarina.

Há necessidade, apenas, de conjugação e coordenação de esforços, maior manifestação de vontade e mais firme determinação política dos triangulinos. Se isso não ocorrer, será mais difícil conseguir-se, em curto ou médio prazo, a criação do Estado do Triângulo.

Separação do Triângulo: Questão Permanente

Equívocos do Anti-Emancipacionismo

A idéia, campanhas e movimentos pela separação do Triângulo de Minas Gerais remontam à década de 30 do século XIX, ou seja uns vinte anos após seu desmembramento de Goiás e anexação compulsória e unilateral a Minas.

No decorrer dos tempos, essa idéia-força ora é objeto de campanhas localizadas, como em Araxá: surgimento da idéia com o fazendeiro Fortunato Botelho (1837); Prata: primeira campanha separatista (1857); Uberaba: movimentos liderados por Des Genettes (1875), Gazeta de Uberaba (1879), Augusto César (1888), Clube Separatista (1906), jornal A Separação, de Boulanger Pucci (1919), jornalista Ari de Oliveira, em jornais e publicações nas décadas de 40 e 50 deste século; Araguari: Partido Separatista (1906); Sacramento: jornal O Estado do Triângulo (fundado em 1968 e em circulação ininterrupta desde então); e, mais recentemente, organizam-se em âmbito regional: a União para o Desenvolvimento e Emancipação do Triângulo - UDET (1966) e a Coordenação para Criação do Estado do Triângulo - CET (1987).

Todavia, por uma série de razões, que vão desde a oposição ferrenha de Minas - para não perder a região tutelada - à diluição e dispersão das forças separatistas e à leniência, comodismo e conveniências de políticos e lideranças diversas, até hoje a região ainda se encontra dominada e administrada por Minas Gerais, que mantém os políticos triangulinos apenas como mera força auxiliar de seus desígnios hegemônicos em troca de restritos nacos ou fímbrias de poder estadual ou regional. Nunca em seu núcleo central diretivo, porque os mineiros sabem perfeitamente que o Triângulo, por sua origem, natureza e características não é e nunca foi mineiro, a não ser compulsória e forçadamente por meio de legislação impositiva e superada, no tempo e no espaço.

Ilustrando essa assertiva, basta observar que o Triângulo não consta dos estudos da cultura e artes mineiras, nos quais nem merece breve ou marginal referência. Muito acertadamente, aliás, já que a região não pertence nem se integra ao passado histórico de Minas, visto que possui o seu próprio, desenvolvido autonomamente ou ligado aos Estados vizinhos de São Paulo e Goiás.

E nem poderia ser outro modo, já que o Triângulo foi artificiosamente anexado a Minas só em 1816, por meio de inadvertido e infeliz Alvará de Dom João VI, que, por motivos óbvios, nada entendia do país e, muito menos, dos problemas do desenvolvimento regional.

Contudo, de políticos da região, movidos por suas ligações e subordinação aos dirigentes partidários estaduais, já que a legislação impõe centralismo antidemocrático que lhes retira autonomia e independência, vez por outra ouvem-se afirmações contrárias à separação e emancipação de sua própria região.

Tais afirmações, todas falazes e equivocadas, costumam centrar-se nos seguintes principais e altamente convenientes pretextos despistadores:

a) não é o momento, têm-se problemas mais sérios, graves e permanentes;

b) deve ser efetuada a emancipação nos quadros de redivisão territorial geral do país;

c) se o governo atende a região, não é necessário emancipar-se;

d) a região, que é mais rica, deve ajudar as mais pobres do Estado, a exemplo do Vale do Jequitinhonha;

e) acarretará mais despesas.

À evidência, nenhuma dessas colocações subsiste à menor análise, visto sua total desfundamentação.

A Questão da Oportunidade

No primeiro caso, não é aceitável, possível e factível escolher-se ou esperar-se por esse momento especial, que, como num passe de mágica ou evento milagroso, propiciará a almejada separação emancipadora da região.

Os momentos históricos não surgem espontaneamente, devem (e são) forjados na luta. Nenhum país ou região dominante abre mão sponte sua da exploração e do domínio sobre outra. A independência e a autonomia não resultam de dádiva ou benesse, mas, de conquista articulada e determinada. “Quem quer faz a hora”. Quem não quer, despista por meio de evasivas e tergiversações.

A alegação da ocorrência de problemas mais graves, sérios ou prementes para se tratar é, como os demais, pretensos, frágeis e inconsistentes óbices argüidos contra a separação.

A uma, por que “problemas graves, sérios e prementes” sempre existem num país submetido ao apetite de grupos econômicos nacionais e multinacionais e seus apoiadores internos.

A duas, porque uma coisa nada tem a ver com a outra, já que a separação da região é questão meramente administrativa, que não interfere, não dificulta e muito menos impede a solução desses “graves problemas”.

Se porventura interferisse, não se deveria pensar em mais nada (como, por exemplo, liberar os cassinos no país), a não ser tentar resolver esses alegados “graves problemas”.

A Questão da Redivisão Territorial do País

Ao se afirmar que a separação e emancipação triangulinas devem ser procedidas nos quadros de redivisão territorial do país, ignora-se ou esquece-se de que essa redivisão já começou há muito tempo e justamente por Minas Gerais, quando, em 1720, separou-se de São Paulo.

Em prosseguimento a esse necessário e indispensável passo inicial, foram sendo realizados os desmembramentos, criação e organização de inúmeros outros Estados, a exemplo de Goiás (separado de São Paulo, em 1748), Amazonas (do Pará, em 1850), Paraná (de São Paulo, em 1853), Ceará (de Pernambuco), Alagoas e Sergipe (da Bahia), Santa Catarina e Rio Grande do Sul (de São Paulo). E, mais recentemente, Tocantins (de Goiás) e Mato Grosso do Sul (de Mato Grosso).

Observa-se, pois, que a redivisão territorial não é e nem se resume a um momento, mas, configura processo histórico irreversível, conquanto, no Brasil, como tudo o mais, morosa e enervantemente efetuado.

A pretendida redivisão territorial geral do país (no caso, meramente pretextual, “da boca para fora’, como se diz) , num só ato e vez, além de demonstrar e confessar ser necessária tal redivisão, também não constitui obstáculo, pois, para que se a proceda paulatinamente, como vem sendo feito desde 1720.

Nesse caso, também uma coisa nada tem a ver com a outra, não existindo nenhuma incompatibilidade congenial ou procedimental entre ambas. Ao contrário. A parcial precede, facilita e encaminha a geral. Se assim não fosse, Minas Gerais ainda estaria jungido a São Paulo, bem como os demais Estados acima citados, à espera da propalada e ideal redivisão territorial geral.

A Questão das Reivindicações Regionais

O argumento de que o Triângulo não necessita separar-se se atendidas suas reivindicações não é menos - ao contrário, é até mais - frágil, especioso e desfundamentado que os demais, visto implicar em viés meramente oportunista e interesseiro, além de demonstrar total desconhecimento e falta de consciência da identidade e autonomia regionais, que, justamente por não ser mineira, goiana ou paulista, ora esteve anexada a um ora a outro desses Estados vizinhos.

A almejada separação do Triângulo e sua transformação em Território ou Estado decorre de suas raízes históricas, posição geográfica e identidade própria, que o distingue de seus vizinhos, formando região peculiar e com personalidade, história e destino singularizados.

Transcende, pois, a fatos ou circunstâncias meramente tópicas, transitórias e oportunistas para inserir-se na formação, conformação, autonomia e identidade regionais.

Não é, pois, questão de momento e de atendimento de reivindicações ou direitos, mas, de perspectiva histórica.

A Questão da Ajuda às Regiões Mais Pobres

Tal argumento (ou pretexto) é tão ou mais falaz que os demais, visto sua total desfundamentação. A começar pelo fato de que, se assim fosse, São Paulo não deveria ser Estado, mas, simples integrante de um complexo nordestino para ajudar os Estados dessa região.

O responsável pelos desníveis regionais em âmbito estadual é o próprio Estado e, quando muito graves, também a União. Não é e nem pode ser outra região sem autonomia e poder de direcionar e administrar as rendas estaduais. Além do que, uma região menos desenvolvida não necessita de esmolas, mas, de políticas públicas abrangentes e conseqüentes que ataquem principalmente as causa locais responsáveis pela pobreza. O Estado de Minas nunca manifestou igual capacidade para desenvolver suas regiões mais pobres quanto tem demonstrado para explorar as mais desenvolvidas e produtivas (que o são, diga-se, por seus próprios e únicos esforços).

A Questão do Aumento de Despesas

A falácia do aumento de despesas é deixada, propositadamente, por último, porque está, efetivamente, no mais baixo nível pretextual possível no caso.

A seguir tal pretexto, Minas Gerais e todos os Estados acima citados não poderiam (e nem deveriam) ter obtido sua autonomia administrativa e federativa internas. Com mais (dez) razão ainda nos períodos em que a conseguiram, quando o país era muito mais pobre e desvalido (se isso é possível) do que atualmente.

Nesse compasso argumentativo, nem mesmo as antigas colônias européias que existiram no mundo (Brasil incluído) poderiam ou deveriam ter-se tornado independentes a seguir-se à risca (e em todas suas implicações e conseqüências) essa alegação.

Ainda mais porque todos os países libertados e todos os Estados formados internamente nesses países criam, desenvolvem e multiplicam suas fontes de riqueza e produção a partir justamente da autonomia e descentralização diretivas alcançadas.

Assim, quaisquer aumentos de despesas são cobertos (e com excepcionais índices de vantagem) pelo acréscimo de produção.

Só a produção de bens e sua comercialização constituem e/ou geram riqueza. A especulação e a centralizaçào a debilitam, anulam ou diminuem.

Além do que - e isso é fundamental - toda região singularizada e com identidade própria, histórica e geográfica, como é o caso de Triângulo, tem o direito inalienável de autodirigir-se, livrando-se de todo domínio, que, por sê-lo, é humilhante, antinatural e oposto à natureza humana, individual e coletivamente considerada.

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Fonte: http://www.uaisites.adm.br/iclas/pagina_ver.php?CdNotici=29&Pagina=Opiniao

Marituba completa hoje 17 anos de emancipação

Marituba completa hoje 17 anos de emancipação

CELEBRAÇÃO

Município apresenta hino e brasão e faz festa popular com o Super Pop

O município de Marituba, na Região Metropolitana de Belém, completa hoje 17 anos de emancipação política e, para celebrar a data, a prefeitura divulgará o Hino de Marituba e o Brasão de Armas Municipais, escolhidos em concurso público de âmbito nacional. Com 110 mil habitantes, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o município foi criado pela Lei Estadual nº 5.857, de 22 de setembro de 1994, após um plebiscito, em 21 de abril daquele ano, que decidiu pela emancipação do antigo distrito de Ananindeua. Marituba nasceu com a Estrada de Ferro de Bragança e sua ocupação data da segunda metade do século XIX, quando os trabalhadores da estrada de ferro se instalaram numa vila operária ao largo de onde está hoje a rodovia BR-316. A comemoração começa a partir das 19h, na Praça Matriz, quando será divulgado o resultado dos concursos públicos para escolha do Hino e do Brasão de Armas Municipais. Os vencedores receberão uma premiação em dinheiro, que vai de R$ 5 mil a R$ 10 mil. Em seguida, a aparelhagem Super Pop animará o evento.

A professora aposentada Marlene Falcão mora em Marituba desde que nasceu e conhece a história da cidade. Aos 77 anos, ela lembra das casas vermelhas construídas para os operários da Estrada de Ferro. O pai e o marido dela eram trabalhadores da ferrovia. "Os trilhos do trem ficavam onde hoje passam os carros na rodovia BR-316. Neste tempo a comunidade não tinha nem energia elétrica", lembra.

"Desta época ficou de recordação apenas a caixa d’água que abastecia a Estrada de Ferro. Muitos aqui nem sabem o que é este prédio, alguns pensam até que era onde ficava a estação de trem. As casas vermelhas da Vila Operária (construídas em 1905) não existem mais, nem os trilhos. Até o trem levaram", lamentou Marlene, para quem a emancipação de Marituba foi motivada por um desejo dos moradores, que se sentiam abandonados pelos gestores de Ananindeua. "Apesar da ocupação desordenada, a cidade está muito melhor que antes", ressaltou.
Fonte: http://www.orm.com.br/projetos/oliberal/interna/default.asp?modulo=247&codigo=554550


Tapajós e Carajás, realidade possível. Entrevista especial com Edilberto Sena
“Será a primeira vez no país que a divisão de um estado será realizada através de um plebiscito”, diz Edilberto Sena, em entrevista concedida por e-mail à IHU On-Line. Segundo ele, os vários outros novos estados emancipados no Brasil foram feitos através de decisão de cima para baixo, sem participação das populações. “Esta é uma oportunidade importante de politização dos eleitores e das eleitoras para a decisão de emancipar ou não as duas regiões”.

Na opinião de Sena, só crescimento econômico, como existe hoje, não adianta para se criar um novo estado. “O Pará atual é o quarto maior exportador de produtos primários e semielaborados do país. No entanto, é o décimo sexto em desenvolvimento humano, na lista do Índice de Desenvolvimento Humano – IDH. Inaceitável! Com o SIM ou com o NÃO, o povo necessita dar um basta nisso o quanto antes”, desabafa.

Edilberto Sena é padre coordenador geral da Rádio Rural de Santarém, presidente da Rede Notícias da Amazônia – RNA e membro da Frente em Defesa da Amazônia – FDA.

Confira a entrevista.

IHU On-Line – Desde os anos 1950 surgem propostas para dividir o estado do Pará. Como o senhor vê a proposta de criar os estados de Tapajós e Carajás no território do Pará? Quem se favorece com a criação desses estados?

Edilberto Sena – O sonho de emancipação da região oeste do Pará, também chamado estado do Tapajós, é mais antigo que 1950. Já no tempo do Imperador Pedro II se pensava em dividir a grande província do Grão-Pará. Dentre as principais razões para a necessidade de emancipação desta região está a questão da distância da capital (750 km entre Santarém e Belém, 52 horas de barco, uma hora de avião e uma longa viagem pelas rodovias BR 163 e Transamazônica). Além disso, o que mais prejudica a região é o que chamo de ideologia Centro versus Periferia, pela qual o centro se apodera da maior parte das rendas do estado e as periferias ficam com as sobras. Mas nós, que lutamos pela emancipação, temos consciência que variados são os interesses envolvidos no caso: políticos, ficha limpa e ficha suja, grandes empresas, donos de agronegócio, gaúchos e mato-grossenses da soja. Porém, não apenas eles. Em todos os 26 municípios do oeste do Pará, há movimentos sociais, de estudantes universitários, inclusive grupos da Igreja Católica que lutam pela emancipação da região oeste deste estado.

No próximo dia 11 de dezembro haverá o plebiscito pelo SIM ou pelo NÃO da emancipação. Duas regiões estão em jogo no plebiscito, o sul e o oeste do estado, Carajás e . Será a primeira vez no país que a divisão de um estado será realizada por meio de um plebiscito. Os vários outros novos estados emancipados no Brasil foram feitos através de decisão de cima para baixo, sem participação das populações. Esta é uma oportunidade importante de politização dos eleitores e das eleitoras para a decisão de emancipar ou não as duas regiões.

IHU On-Line – Quais serão as implicações políticas e econômicas para a região, caso o Pará seja dividido em outros estados?

Edilberto Sena – Consequências serão várias. Entre outras, a possibilidade das duas populações estarem mais próximas dos centros administrativos, exigindo seus direitos, intervindo nas decisões de interesse coletivo, a possibilidade de se construir uma constituição realmente nova, cidadã, com regras mais participativas da população. Além disso, haverá maior entrada de recursos políticos e financeiros nas duas regiões, se a população desses territórios exercer seu papel cidadão.

IHU On-Line – Como se dará o desenvolvimento social na região caso sejam criados os dois novos estados?

Edilberto Sena – O desenvolvimento social das duas populações será uma possibilidade. Como a concretização dos dois novos estados terá ainda uma longa estrada a ser trilhada, além do plebiscito, se o SIM passar, o projeto vai para o Congresso Nacional e até à Presidência da República. Isso vai levar uns cinco ou, quem sabe, dez anos. Nesse período, haverá oportunidade de envolvimento das populações dos municípios na compreensão do que é participação democrática, de como se construir uma constituição estadual que rompa a ideologia centro versus periferias. Ter-se-á possibilidade de inclusão de artigos que estão na Constituição Federal e que não são postas em prática, como o uso do referendo e plebiscito para decisões importantes do estado, entre outras. O desenvolvimento só será possível com maior envolvimento da sociedade civil politizada. Essa é a grande possibilidade de acontecer no processo de emancipação.

Riquezas naturais são abundantes nas duas regiões, especialmente aqui na região oeste, em que abundam florestas, rios, lagos e minerais. O grande capital está também interessado no novo estado para poder dominar mais facilmente, explorar, saquear, como já faz hoje, mas dominando o poder político. Esse será o grande embate no processo de emancipação e só a intensa politização das organizações populares, que há em abundância na região, poderá controlar o domínio do poder econômico. Só crescimento econômico, como existe hoje, não adianta para se criar um novo estado. O Pará atual é o quarto maior exportador de produtos primários e semielaborados do país. No entanto, é o décimo sexto em desenvolvimento humano na lista do Índice de Desenvolvimento Humano – IDH. Inaceitável! Com o SIM ou com o NÃO, o povo necessita dar um basta nisso o quanto antes.

Há que se enfrentar outro grande desafio: o federalismo brasileiro, extremamente concentrador de poder no governo central. Brasília, assim, trata a Amazônia como uma colônia de exploração de riquezas para aumentar o PIB nacional. Daí, a lei Kandir, de triste lembrança, está aí para sugar as riquezas da região sem trazer desenvolvimento. Como a maioria dos políticos atuais é oportunista e incompetente para defender os interesses de seus eleitores, não os vemos lutarem para mudar este centralismo democrático do país.

IHU On-Line – Como a Igreja se posiciona diante dessa possibilidade separatista?

Edilberto Sena – A Igreja Católica é uma força importante na politização da população. A diocese de Santarém já entrou na luta pela emancipação. Acontece que o Regional Norte II da CNBB é composto de 14 bispos, dos quais seis são das duas regiões que buscam emancipação. Apesar de o bispo de Santarém estar engajado na campanha emancipatória, alguns outros não veem como vantagem lá no sul do Pará. E menos ainda os da região do entorno de Belém. O raciocínio deles é de receio de perda de benefícios para seus irmãos de lá; não se preocupam com as perdas dos irmãos de cá.

IHU On-Line – Como os movimentos sociais reagiram diante da possibilidade de criar dois novos estados? Que articulações estão sendo feitas para impedir a criação de Tapajós e Carajás?

Edilberto Sena – Hoje, aumenta a participação dos movimentos sociais na politização da população, especialmente aqui no oeste do estado, onde o sonho de emancipação é mais antigo e as populações são mais nativas. Na região sul, a presença de migrantes predomina, inclusive com ostensivo domínio de grandes empresas, como a Vale do Rio Doce, grandes fazendas e grilagem.  Existe mesmo a possibilidade de o SIM passar no oeste e não passar no sul do estado, pois a votação no plebiscito será com perguntas separadas para as duas regiões, de forma que o eleitor poderá votar SIM para o oeste e votar NÃO para o sul do estado.

IHU On-Line – Como ficaria a situação de Belo Monte, no Tapajós?

Edilberto Sena – As hidrelétricas são grandes desastres impostos pelo governo federal, nessa esdrúxula federação em que a presidente se arvora em dona da Amazônia e impõe essas hidrelétricas na região, sem respeitar os direitos dos povos aqui existentes. Agora mesmo o presidente do Ibama, subserviente aos planos de sua chefe, decide permitir o desmatamento de 1437 hectares de floresta, inclusive com 168 hectares de Área de Proteção Permanente, para acelerar a construção do desastre Belo Monte lá no rio Xingu. As hidrelétricas, tanto Belo Monte como as na bacia do Tapajós, não têm nada a ver com a emancipação. Elas são um plano, parte do Projeto IIRSA para atender o grande capital, que já está implantado na região e que a população organizada pode impedir, como já se está tentando fazendo.

IHU On-Line – Como o senhor vê a iniciativa de decidir essa questão através de um plebiscito? Como a população tem reagido à possibilidade de dividir o Pará?

Edilberto Sena – O plebiscito é importante por permitir que as populações se expressem com liberdade. Mais ainda, por ser oportunidade de politização, se as forças formadoras de opinião abrirem debates, seminários, como está acontecendo aqui na região oeste. O Rio Grande do Sul nos deu um grande exemplo, no tempo do governo Olívio Dutra, de que outro modo de administrar a coisa pública é possível. Ele ainda será convidado a vir aqui em Santarém nos dar uma aula do que é possível fazer junto com o povo. Para uns, somos loucos sonhadores de um sonho impossível, por causa do sistema capitalista. Mas nós preferimos nos mirar em Mahatma Gandhi e Nelson Mandela e em seus ideais que venceram contra terríveis sistemas. 

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Mj_Games: LISTA DE JOGOS, PARA PLAYSTATION 3.

Mj_Games: LISTA DE JOGOS, PARA PLAYSTATION 3.: Assassin's Creed: Brotherhood Assassin's Creed 2 Afro Samurai Battlefield: Bad Company 2 BlackSite: Area 51 Blood Drive Brothers ...

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Curso de Técnico em Agropecuária - Tomé-Açu/IFPA


O Diretor Geral do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará.....torna pública a abertura de inscrições para o 5º Processo Seletivo de 2011 do IFPA – Campus Castanhal, no período de 13 a 15 de setembro de 2011, ofertando vagas no curso de Educação Profissional Técnica de Nível Médio na modalidade Subsequente, de acordo com as condições estabelecidas neste edital, com base no Convênio de Cooperação celebrado entre o IFPA – Campus Castanhal, a Biopalma e a Embrapa Amazônia Oriental.

1. DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES:
...
1.3 – O curso Técnico em Agropecuária na modalidade Subsequente com duração de 1 ano será realizado em Tomé-Açú.
1.4 - As inscrições serão realizadas nos municípios de Concórdia do Pará, Moju e Tomé-Açu, e o Edital será publicado no site www.castanhal.ifpa.edu.br.
...
1.6 – As inscrições do processo seletivo serão realizadas nos Pólos, de acordo com o quadro abaixo:
CONCÓRDIA DO PARÁ
Sindicato de Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Concórdia do Pará: Av. Marechal Deodoro, nº 33, Centro, Concórdia do Pará - Pará
MOJU
Secretaria Municipal de Educação: Trav. Teófilo da Silva, S/N, Aviação, Moju-PA
TOMÉ-AÇU
Secretaria Municipal de Educação: Avenida Dionísio Bentes (Altos do Banco do Brasil), Centro, Quatro Bocas – Tomé-Açu-PA

2 - DAS VAGAS E DO CURSO:
2.1 - A Educação Profissional Técnica de Nível Médio na modalidade Subsequente será ofertada num total de 80 vagas, conforme abaixo especificado.
Modalidade de Ensino - Curso:
Educação Profissional Técnica de nível Médio na modalidade Subsequente - Técnico em Agropecuária
vagas: 80; Inicio das aulas: 06/10/2011: Turno: Matutino e Vespertino; Duração: 1 ano

3 - DAS INSCRIÇÕES:
A inscrição do candidato implica na aceitação das condições do concurso e das decisões que possam ser tomadas pela comissão do processo seletivo, em casos omissos.

3.1 – DO PERÍODO DAS INSCRIÇÕES:
3.1.1. – As inscrições serão realizadas no período de 13 de setembro a 15 de setembro, nos dias úteis, nos horários de 7h30 às 11h 30 e 13h30 às 17h30.
Local: Secretarias Municipais de Educação de Moju e Tomé-Açu e no Sindicato de Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Concódia do Pará.
3.2. DOS PROCEDIMENTOS PARA INSCRIÇÃO
3.2.1 – As inscrições serão realizadas nos Pólos acima mencionados.
3.2.2 - Requisitos iniciais para inscrição:
a) Ter concluído o Ensino Médio;
b) Ser residente nos seguintes municípios: Acará, Abaetetuba, Barcarena, Bujaru, Concórdia do Pará Igarapé-Miri, Moju, São Domingos do Capim e Tomé-Açu;
c) Ser agricultor (a) ou filho (a) de agricultor (a).
3.2.3 – O candidato, obrigatoriamente, deverá apresentar no ato da inscrição:
a) Formulário de Inscrição devidamente preenchido (disponível nos locais de inscrição);
b) Documento Oficial de Identificação (Carteira de Identidade, Carteira de Habilitação ou CTPS) do candidato;
c) Comprovante de residência.
d) Declaração do sindicato ou da escola comprovando a condição de agricultor (a) ou filho (a) de agricultor (a)
3.2.4 – Será de inteira responsabilidade do candidato as informações prestadas na inscrição.
3.2.5 - Não serão aceitos como identificação, documentos ilegíveis ou danificados.
3.2.6 - Não serão aceitas inscrições via fax ou correio eletrônico.
3.2.7 - Será admitida a inscrição por terceiros mediante procuração do interessado, acompanhada de cópia legível – autenticada – do documento oficial de identidade do candidato e do procurador. Estes documentos serão retidos. Não é necessário o reconhecimento de assinatura na procuração.
3.2.8 - O candidato inscrito por procuração assume total responsabilidade pelas informações prestadas por seu procurador, arcando com conseqüências de eventuais erros de seu representante no preenchimento da ficha de inscrição.
.....mais informações:
http://castanhal.ifpa.edu.br/index.php?option=com_content&view=article&id=285%3Aprocesso-seletivo-inscricoes-abertas&catid=75%3Anoticias&Itemid=164&lang=pt

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

As escolas de Tomé-Açu e o ENEM 2010.



16139ºno ranking geralMédia: 503.86

E E E M DR FABIO LUZ

  • TOME-ACU
  • Rede PUBLICA
  • Participação dos alunos: 58.3%
Ciências da naturezaCiências humanasMatemáticaLinguagens e códigos
449.72500.97453.31460.44
Redação
542.66


Comparação da nota da escola

Nota da sua escola503.86
Melhor escola do Brasil761.7
Melhor escola pública do Estado683.34
Melhor escola particular do Estado684.25
  • 0
  • 100
  • 200
  • 300
  • 400
  • 500
  • 600
  • 700
  • 800
  • 900
  • 1000






17260ºno ranking geralMédia: 494.72

E E E M ANTONIO BRASIL

  • TOME-ACU
  • Rede PUBLICA
  • Participação dos alunos: 27%
Ciências da naturezaCiências humanasMatemáticaLinguagens e códigos
439.4495.43418.07448.22

Redação
541.07

Comparação da nota da escola

Nota da sua escola494.72
Melhor escola do Brasil761.7
Melhor escola pública do Estado683.34
Melhor escola particular do Estado684.25
  • 0
  • 100
  • 200
  • 300
  • 400
  • 500
  • 600
  • 700
  • 800
  • 900
  • 1000
  • notas abaixo de 500



Fonte: