“A
CAMTA é uma empresa fundada por imigrantes japoneses que chegaram na
Amazônia em 1929, no município de Tomé-Açu, no estado do Pará.
Após a Segunda Guerra Mundial o preço da pimenta-do-reino disparou
devido a devastação das grandes plantações dessa iguaria e os
japoneses passaram a praticar somente a piperiicultura. Foi um grande
pico econômico que durou de 1946 até 1969. Com isso conseguiram
verba suficiente para regularizar a empresa como cooperativa e gozar
dos direitos cedidos a esse tipo de empresa. Em 1969, os pimentais
foram atacados pelo fusarium, causador da fusariose, que diminui a
vida útil dos pimentais. A saída encontrada pelos cooperados foi a
fruticultura cultivada de forma consorciada. Contando com ajuda do
governo japonês, a cooperativa se reestruturou e passou a vender
sucos de diversas espécies frutíferas plantadas pelos cooperados, e
se tornou no empreendimento cooperativo mais bem sucedido da
Amazônia. O artigo analisa, em linhas gerais, a trajetória desse
empreendimento que representa paradigma de eficiência e
sustentabilidade na região.”
Armando
Wilson Tafner Jr. Economista e mestre e doutorando pelo Núcleo
de Altos Estudos Amazônicos (NAEA/UFPA). e-mail:
armandowilson@hotmail.com
Fábio
Carlos da Silva Doutor em
História Econômica pela Universidade de São Paulo (USP) e
Professor Associado do Núcleo de Altos Estudos Amazônicos –
NAEA/UFPA.
Leia
o artigo completo no LINK:
http://www.anppas.org.br/encontro6/anais/ARQUIVOS/GT7-671-394-20120618114710.pdf
Nenhum comentário:
Postar um comentário