quinta-feira, 19 de outubro de 2017

MAIS CIDADES DO PARÁ RECEBEM INVESTIMENTOS.

MAIS CIDADES DO PARÁ RECEBEM INVESTIMENTOS.
Um total de R$ 10 milhões foi anunciado pelo ministro da Integração Nacional, Helder Barbalho, nos últimos dias em mais cinco cidades do nordeste paraense. A iniciativa faz parte de um pacote de investimentos da pasta, que buscam reduzir desigualdades regionais. O ministro esteve em Mocajuba, Igarapé-Miri, Bujaru, Concórdia do Para e Tomé-Açu, assinando convênios com as Prefeituras Municipais para que os recursos sejam destinados à execução de obras de pavimentação asfáltica em vias públicas das cidades.
“Com um trabalho de união, estamos tomando a iniciativa para fazer com que as ações deste Ministério possam chegar em todos as cidades deste estado para transformar, desenvolver e gerar qualidade de vida à todos os nossos cidadãos e cidadãs paraenses”, destacou Helder.
A agenda iniciou na última quinta-feira (12), nas cidades de Mocajuba e Igarapé-Miri, onde o ministro anunciou a liberação de R$ 2 milhões para cada cidade iniciar a execução das obras. Já na sexta-feira (13), o líder da pasta oficializou o repasse de R$ 1,5 milhão para Bujaru, R$ 2,5 milhões para Concórdia do Pará, finalizando em Tomé-Açu, que recebeu o aporte de R$ 2 milhões.
Segundo prefeito de Concórdia do Pará, Elias Santiago, o recurso será utilizado para pavimentar mais de seis bairros que compõe a área mais antiga da cidade. “Fizemos o levantamento e decidimos revitalizar a área do nosso centro histórico, que já está muito desgastado. Agora vamos poder embelezar nossa cidade graças a essa iniciativa.
Estamos só alegria”, relatou o gestor. “Bujaru também precisava desta atenção, e em nome do povo desta cidade eu quero agradecer não só este asfalto, mas também o caminhão coletor de lixo que recebemos do Ministério da Integração”, disse o prefeito de Buraju, Jorge Sato. “É muito gratificante ver um benefício tão importante como este chegando em nosso município, porque ele não protege só da poeira e da lama, mas dá saúde e dignidade as pessoas. Estamos muito felizes por todo o apoio que estamos recebendo do ministro
Helder”, comentou a prefeita de Tomé-Açu, Aurenice Ribeiro.
Conquistas
O deputado federal e presidente da bancada paraense, Lúcio Vale, esteve presente no evento e ressaltou a parceria que vem sendo construída entre os parlamentares e o governo federal. “Mais uma vez estamos reunidos para comemorar uma pauta positiva pelo Pará, conquistada por este ministro que desde quando assumiu esta missão não parou de garantir benefícios ao estado”. “É aquisição de equipamentos, abastecimento de água em comunidades rurais, revitalização de orlas, parcerias com a Defesa Civil, urbanização de espaços públicos e pavimentação de vias. Como senador do Pará eu só tenho que comemorar por estar conseguindo trazer tantos recursos aos nossos municípios através de um Ministério que agora trabalha ao nosso lado”, comentou o senador Jader Barbalho.
Apoio
O deputado federal, Éder Mauro, falou da importância dos municípios paraenses estarem recebendo a atenção do governo federal. “Este estado sofre nos quatro cantos com a ausência de políticas públicas por parte do governo do estado. Por isso, é fundamental recebermos esses investimentos do governo federal e, com certeza, ter um ministro paraense que traz recursos para este estado faz toda a diferença. Nós só temos a agradecer”, disse o parlamentar. “É uma alegria muito grande estar mais uma vez acompanhando o Helder que não para mais de trazer recursos ao nosso estado, agora atendendo diversas cidades com o asfalto, que é tão solicitado pelas pessoas”, disse a deputada federal, Elcione Barbalho. “Nós só temos que parabenizar os municípios, a nossa bancada e o trabalho do ministro Helder por todo este estado”, reforçou a deputada federal, Simone Morgado, em seu discurso. “A situação do país é de crise, mas no Pará o que tem feito a diferença é o esforço que estamos recebendo do Helder não só no MI, mas também na articulação no restante do governo”, comentou o deputado federal, Beto Faro.
Comitiva
A comitiva do ministro paraense foi composta pelo senador Jader Barbalho; deputados federais Lucio Vale, Elcione Barbalho, Beto Faro, Simone Morgado e Éder Mauro; deputado estadual, Iran Lima; Dilvanda Faro; gestores, vereadores, secretários e lideranças da região.

Fonte: http://www.folhadobico.com.br/10/2017/mais-cidades-do-pa-recebem-investimentos-ministerio-da-integracao.php

terça-feira, 17 de outubro de 2017

PROJETO SELECIONA PRODUTORES QUE USAM TÉCNICAS DE BAIXA EMISSÃO DE CARBONO NA REGIÃO DE CARAJÁS NO PARÁ.

Produtores que adotam tecnologias de baixa emissão de carbono na atmosfera nos municípios de Dom Eliseu, Ipixuna do Pará, Medicilândia, Rondon do Pará, Santana do Araguaia e Tomé-Açu podem submeter propostas de implantação de Unidades Demonstrativas (UDs) no âmbito do Projeto Rural Sustentável (PRS), do qual a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Pará (Emater-Pará) é parceira. As propostas técnicas podem ser submetidas até 31 de novembro.
A terceira chamada pública complementar foi lançada pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Embaixada Britânica, com apoio do Instituto Brasileiro de Sustentabilidade e Desenvolvimento (IABS), direcionada para as cidades que possuem menos de cinco unidades demonstrativas.
O intuito da chamada é oferecer recursos financeiros para produtores, além de equiparar em 44 municípios, os números de unidades demonstrativas entre os 70 municípios brasileiros participantes do PRS. No Pará, dos 10 municípios participantes, quatro já possuem mais de cinco UDs: Marabá, Paragominas, Tailândia e Tucumã.
As propostas dos produtores ou produtoras rurais deverão ser submetidas em parceria com Agentes de Assistência Técnica do Rural Sustentável para avaliação e, caso aprovadas, poderão receber até R$ 20.880,00 e os agentes, até R$ 7.308,00, de acordo com o hectare de tecnologia implantada. Além de auxiliarem o produtor, os técnicos farão o acompanhamento da condução da tecnologia, caso o projeto seja aprovado.
Podem participar os pequenos e médios produtores cujas propriedades estejam localizadas em algum dos municípios indicados na chamada; que sejam beneficiários ou elegíveis para crédito rural; com área de quatro a 15 módulos fiscais e renda agropecuária bruta anual de até R$ 1.760.000. (Edna Moura)

Fonte: http://www.folhadobico.com.br/10/2017/projeto-seleciona-produtores-que-usam-tecnicas-de-baixa-emissao-de-carbono-na-regiao-de-carajas-no-pa.php

domingo, 15 de outubro de 2017

SUSIPE RETOMA OBRA DE CONSTRUÇÃO DA CADEIA PÚBLICA DE TOMÉ-AÇU.

Mais uma obra de construção foi retomada pela Superintendência do Sistema Penitenciário do Estado (Susipe). A cadeia pública de Tomé-Açu, no nordeste do Pará, abrirá 316 vagas para o regime fechado do sexo masculino e representa um investimento de R$ 4.921.452,72.
Reiniciada no fim de setembro, a obra tem previsão de entrega para junho de 2018. A nova unidade prisional contará com dois blocos carcerários, consultório médico e odontológico, posto de enfermagem, salas de atendimento psicológico, social e jurídico, celas de observação para os detentos doentes, uma cela para pessoas com deficiência e parlatório, além de alojamento para os servidores. O novo prédio terá ainda quatro salas de aula e dois solários, um para cada bloco.
Para o diretor geral penitenciário da Susipe, coronel Mauro Matos, os benefícios de uma nova unidade no município serão muitos, pois além de abranger detentos de cidades vizinhas, vai colaborar para a redução da superlotação em outras casas penais. “Os benefícios com a conclusão dessa obra serão vários, principalmente pelo excedente populacional que temos hoje no sistema penitenciário tanto na cidade de Tomé-Açu, quanto nas unidades da Região Metropolitana de Belém (RMB) por conta dos presos do município de Acará e das áreas adjacentes, que hoje deveriam estar custodiados em Tomé-Açu e se encontram custodiados no polo de Americano ou Marituba”, diz.
Para reforçar ainda mais a segurança no local, o monitoramento feito pelos agentes penitenciários será feito em uma passarela no andar superior às celas. A área total construída corresponde a 1.782,42 metros quadrados. A Cactus Engenharia é a empresa responsável.
A coordenadora de Engenharia e Arquitetura da Susipe, Célia Monteiro, informa que a primeira etapa é a limpeza do terreno para o reinício das obras. “Estamos na fase de limpeza de toda a área para depois iniciar os serviços. O recomeço dos trabalhos se soma a um conjunto de obras já em andamento, como a construção de unidades penitenciárias em Paragominas e Abaetetuba e o complexo em Vitória do Xingu, por exemplo”, destaca. “As expectativas são muitas.

Poderão permanecer no prédio antigo os internos sentenciados no regime semiaberto, como foi sugerido anteriormente. Os detentos poderiam sair para trabalhar e retornar no fim do dia, pois o prédio está localizado no centro da cidade, diferente da nova unidade, que fica a uns 700 metros da estrada que leva à cidade”, diz a diretora do Centro de Recuperação de Tomé-Açu (CRRTA), Selma Nascimento. (Fonte: Agência Pará de Notícias, em https://www.blogger.com/blogger.g?blogID=6987802920085578791#editor/src=sidebar)

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

PESQUISADORES DESENVOLVEM SISTEMA QUE IDENTIFICA PEQUENAS DERRUBADAS NA AMAZÔNIA.

A Amazônia perdeu 194 Km quadrados de floresta. Somando os alertas de pequenos desmatamentos, foram 39 km quadrados, 21% do total desmatado. Ou seja, não fosse o novo sistema do Imazon, as derrubadas menores nunca entrariam na estatística.
No Pará, pesquisadores desenvolveram um sistema de monitoramento florestal capaz de identificar pequenas derrubadas na Amazônia que antes não eram detectadas pelos satélites. Com essa tecnologia, os especialistas descobriram uma nova geografia do desmatamento na região.
Quando se trata de Amazônia, um hectare de floresta é como se fosse um grão de areia na praia de Copacabana. De tão pequeno, nenhum satélite consegue detectar sozinho. Mas o Instituto Imazon, em Belém, decidiu combinar imagens de três satélites ao mesmo tempo, e o que era invisível, começou a aparecer no mapa do desmatamento.
“Esses números, gerados a partir do novo sistema multisensor, são bastante interessantes e reveladores, principalmente quando a gente olha a quantidade de alertas detectados no mês de agosto. Praticamente 80% dos alertas estão nessa faixa de 1 a 10 hectares”, diz o pesquisador do Imazon Marcelo Justino.
Em um levantamento mais recente do Imazon, a Amazônia perdeu 194 Km quadrados de floresta. Somando apenas os alertas de pequenos desmatamentos, foram 39 km quadrados, 21% do total desmatado. Ou seja, não fosse o novo sistema do Imazon, essas derrubadas menores nunca entrariam na estatística.
A combinação de satélites também revelou uma nova fronteira de desmatamento entre os estado do Acre, Rondônia e Amazonas e na região da Transamazônica no Pará.
Os satélites alertaram recentemente desmatamento no município de Tomé Açu, nordeste paraense. Equipes foram até o local, uma fazenda que fica a cerca de 35 km do centro de Tomé-Açu. O que os satélites enxergaram lá do alto foi comprovado em campo. Depois de derrubar centenas de árvores, o responsável pelo desmatamento já começou a juntar os galhos e troncos para queimar tudo e preparar a área para a criação de gado.
Em outra área da fazenda, parte da floresta também veio a baixo. O secretário de meio ambiente de Tomé-Açu disse que o proprietário da fazenda não tinha autorização para desmatar e será multado.
Em uma fiscalização no município vizinho, Paragominas, a área desmatada era 10 vezes maior do que a que aparecia no alerta do Imazon. O fazendeiro também não tinha licença para derrubar a mata e terá de se explicar. “Essa tecnologia do Imazon permite essa qualidade da informação, mas a informação precisa ser casada com a ação de campo, porque é no campo que você valida aquela informação do satélite e que se toma as medidas legais”, diz a secretária de meio ambiente de Paragominas, Jaqueline Peçanha.
O Imazon diz que ainda é cedo para saber qual será o impacto das derrubadas menores no cálculo anual da taxa de desmatamento na Amazônia, porque esse novo monitoramento está apenas começando. Os pesquisadores afirmam que o mais importante no novo sistema é alertar a fiscalização mais rapidamente.
Quem realiza desmatamento sem autorização do Ibama pode pagar multa, que é calculada de acordo com a área destruída, e também pode ter a propriedade embargada até que essa área seja regenerada.

https://g1.globo.com/pa/para/noticia/pesquisadores-desenvolvem-sistema-que-identifica-pequenas-derrubadas-na-amazonia.ghtml

terça-feira, 3 de outubro de 2017

CONCURSOS VÃO ABRIR 2.225 VAGAS EM 17 ÓRGÃOS DO GOVERNO DO PARÁ.

Nos próximos meses, o Governo do Estado irá ofertar 2.225 vagas em cargos de nível superior para 17 órgãos de administração direta e indireta. Na sexta-feira, dia 1º de setembro, já foram publicados, no Diário Oficial do Estado, os avisos de licitação para a contratação de empresas responsáveis em realizar os concursos públicos. A expectativa é a de que em novembro, com as licitações encerradas, os editais sejam lançados, e as nomeações ocorram já em 2018.
Os órgãos para os quais serão ofertas as 2.225 vagas são: Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará), Instituto de Gestão Previdenciária do Estado do Pará (Igprev), Fundação de Atendimento Socioeducativo do Pará (Fasepa), Centro de Perícias Científicas Renato Chaves, Polícia Civil (área administrativa), Fundação Centro de Hemoterapia e Hematologia do Pará (Hemopa), Hospital de Clínicas Gaspar Vianna, Fundação Santa Casa de Misericórdia do Pará, Secretarias de Estado de Administração (Sead), de Assistência Social, Trabalho, Emprego e Renda (Seaster), de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas) e de Saúde Pública (Sespa), Hospital Ophir Loyola, Departamento de Trânsito do Pará (Detran), Fundação Carlos Gomes e Universidade do Estado do Pará (Uepa).
Os cargos vão variar de acordo com o órgão e suas necessidades. A remuneração vai ser em torno de 3.700 reais, já incluindo o vale alimentação, que varia de 525 até 725 reais. Os órgãos que vão ofertar o maior número de vagas são os da área de saúde, que apresentam os maiores números de servidores temporários. O Hospital Ophir Loyola lidera, com 496 vagas ofertadas. Depois, aparecem a Fundação Santa Casa, com 292 vagas, e a Sespa, com 173 vagas.
“Em um momento no qual o país tem uma dificuldade extrema de assegurar o pagamento de salários em dia, o Governo do Estado continua investindo, renovando a sua força de trabalho. Com isso nós temos cumprido os termos de ajustamento de conduta firmado com o Ministério Público do Estado, pois estamos substituindo os temporários, que são necessários para a administração, por servidores efetivos”, comemora a secretária de Estado de Administração, Alice Viana.
Entre os concursos que ainda serão lançados, a Superintendência do Sistema Penitenciário do Estado do Pará (Susipe) já tem a organizadora definida para seu concurso. Será o Instituto AOCP- Assessoria em Organização de Concursos Públicos. O edital está previsto para sair no próximo mês de outubro, com 969 vagas ofertadas. 
Somente na área de segurança pública, o Governo do Estado ofertou, nos últimos dois anos, 3.174 vagas. No dia 21 de agosto, 500 novos policiais civis, aprovados no último concurso, participaram da aula inaugural do curso de formação. Além do concurso da Polícia Civil, o Governo do Estado também realizou processos seletivos para a Polícia Militar e Corpo de Bombeiros. O da PM está na fase de matrícula para dois mil praças e 194 oficiais aprovados em todo o Estado, e o do Corpo de Bombeiros aprovou 277 novos militares que já começarão a atuar a partir deste mês de setembro. “Com isso, o Governo do Estado amplia o efetivo de segurança pública e dá mais condições para que tanto as policias militar e civil, quanto o Corpo de Bombeiros, possam ter um quadro de policiais efetivos que vem somar para combater a criminalidade e violência no nosso Estado”, reforça Alice Viana.